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15 de maio de 2017

Viva a experiência

15 de maio de 2017

Links da semana: sobre as redes sociais

15 de maio de 2017
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O primeiro link é do site Man Repeller, um site que adoro. Ele fala sobre 12 tipos de conta do instagram para parar de seguir. O texto é de janeiro, mas poderia ser pra esse mês. Quem quiser ler na íntegra, é só clicar no link: http://www.manrepeller.com/2017/01/12-instagram-accounts-to-unfollow-in-2017.html

Ele fala sobre vários tipos de contas do instagram que a gente segue e perde um tempo danado fazendo isso.

Se você reconhecer alguma dessas características nos perfis de instagram:

Você detesta o instagram e não sabe porque tem um, mas toda vez que você tenta deletar você fica em dúvida

Você até conseguiu deletar o instagram, mas acaba reinstalando pelo menos uma vez por semana

Você é fisicamente incapaz de ficar parada sem checar o instagram

Você não assistiu um filme nos últimos dois anos sem abrir o instagram

Você perde no mínimo duas horas de sono por causa do instagram

Você está frequentemente se atrasando por causa do instagram

Você não consegue imaginar um mundo sem o instagram

Você está pensando ‘ahhh, peraí, é só uma rede social de compartilhamento de fotos!”

Então é hora de dar um unfollow em um dos perfis abaixo. É para o seu bem. Eu prometo.

Vai desde aquela conta de memes que você riu uma vez mas agora está super repetitiva e meio idiota; aquela pessoa que você conheceu durante a despedida de solteira da prima da sua amiga – e que agora não faz nenhum sentido ver suas fotos; aquela pessoa que você nem lembra quem é; aquela pessoa que passa O DIA INTEIRO postando coisas aleatórias (e geralmente inúteis), aquela (sub) celebridade que você seguiu um dia só pra rir de tanta vergonha alheia – mas agora você chega a ter raiva toda vez que vê; aquele perfil que alguém pediu pra você seguir (e pra não ficar chato, você seguiu); o ex-namorado da sua musa inspiradora (que agora já namora com outra, que você detesta); o perfil de receitas fitness que te faz se sentir diminuidíssima e incapaz; aquele perfil de inspiração fitness que te faz sentir seu corpo algo totalmente inadequado; aquela pessoa que não te seguiu de volta (e você está esperando isso acontecer); o perfil de algum cachorro/gato/bichinho fofo que no começo você amava mas agora acha totalmente chato e aquela pessoa que você se irrita de ver (seja por causa da foto, por causa do conteúdo, pela legenda… não importa).

A gente perde muito tempo nas redes sociais (me incluo nessa turma) e com muita informação totalmente irrelevante. Algumas, nos fazem mal. E esse link (também em inglês, sorry) fala também de redes sociais. O título é “como o instagram encorajou o meu transtorno alimentar”. Achei interessantíssimo e muita gente vai se identificar.

http://www.huffingtonpost.com/entry/how-instagram-encouraged-my-eating-disorder_us_5818e9a6e4b01fffa751fa2b

postlinkdasegunda

 

Jean Jullien, ilustrador francês

A autora do texto começa contando sobre a blogueira Jordan Younger, que decidiu deixar o veganismo de lado e perdeu vários seguidores (e até recebeu sérias ameaças). O que esses seguidores não sabiam é que Jordan tinha um transtorno alimentar grave. Seu instagram era uma fachada, lá ela sofria com o transtorno alimentar fantasiado de estilo de vida saudável. E explica que ela entende Jordan, porque já teve transtorno alimentar: “Eu não era uma blogger famosa, mas o instagram tinha efeitos sobre a minha alimentação e minha doença. Sem perceber somos encorajados para o lado do transtorno alimentar”.

Ela fala que há pouco tempo atrás encontrávamos muitos sites ‘pro anorexia’ ou ‘pro bulimia’. E que agora existem vários perfis fitness que podem ser mais perigosos ainda. “As pessoas acreditam que estão numa vida saudável, se exercitando e comendo coisas ‘do bem’ (o #eatclean). Os seguidores com tendências, traços ou vivência de transtornos alimentares podem se prejudicar com essa falsa idéia de saúde”.

No mesmo texto, a autora lembra que as imagens do instagram são produzidas para ficarem lindas, diferentes da realidade da maioria que vê as fotos. Isso serve para corpos e para as refeições. “No instagram precisamos vender nossas melhores versões. Agora nós não só nos comparamos com celebridades de Hollywood, como também nos comparamos com as celebridades da rede”.

E afirma “Um ano atrás meu dia consistia em observar, curtir e não comer. Eu era vegana, ortoréxica e anoréxica.”

No final do texto ela pontua que não está dizendo que todos os perfis veganos/health/saúde/alimentação são negativos. Ela ressalta que existem influenciadores interessantes na rede, como aqueles que falam sobre body positivity e/ou body neutrallity. Ela cita o perfil @nourishandeat.

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Até a próxima segunda!