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Reflexão: a ditadura da magreza

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Essa entrevista da Época, enviada por uma amiga muito querida (um beijo, Bots!) é super interessante. A historiadora fala sobre a valorização da magreza e todos os fatos culturais que envolvem este comportamento.
 
 
Muitas pessoas me falam ‘ah, mas você apóia o excesso de peso?’. Não pois sei que para a saúde o excesso de peso muitas vezes é prejudicial, e também sei da importância disso para a auto estima de várias mulheres. O que não concordo é com a supervalorização da magreza e da ‘saúde’. A onde fitness que invade cada vez mais as redes sociais, revistas e programas de televisão tem seu lado vantajoso, que é incentivar as pessoas a praticar atividades físicas e se alimentar bem, com saúde. Mas em contrapartida, essas mesmas pessoas supervalorizam atitudes nada saudáveis, como a substituição do alimento in natura por ‘alimentos de prateleira’ além de estimular um baixíssimo consumo calórico, tornando a alimentação uma obrigação regrada, quase uma matemática, e não algo prazeroso, natural e essencial no dia a dia humano. 
 
O mais interessante é essa fala “ Fiz uma dieta da moda para escrever o livro. Queria ver como era. Fiquei impressionada. Meu comportamento era de uma pessoa apaixonada, porque pensava nela o dia inteiro. Não tinha cabeça para mais nada”. E é realmente o que tem acontecido com as pessoas que ‘adoeceram’ com alimentação: só pensam nisso, só falam nisso. Não há outro assunto. Isso me preocupa e me deixa um pouco chocada, pois a vida tem outras questões a serem trabalhadas, não?
 
http://epoca.globo.com/vida/noticia/2013/10/blouise-foxcroftb-e-industria-da-dieta-que-engorda.html
 
Atendo várias pessoas que querem se sentir bem com o próprio corpo, e sei que isso é importante para a auto estima – além de influenciar na saúde. Mas sejamos o melhor de nós mesmos, tendo o outro apenas como inspiração. 
 
Leiam a entrevista, e reflitam!
 
Abraços,
 
Marina