Eu li: Fome - Roxane Gay

Eu li: Fome - Roxane Gay

"Todo corpo tem uma história e um histórico". É assim que Roxane começa seu livro. 

Não conhecia Roxane Gay e, assim que soube de um livro que falava sobre compulsão alimentar e questões corporais, quis entender quem é que estava falando sobre isso. 

Roxane é uma escritora e professora americana, autora do Best Seller (Ny Times) Bad Feminist (2014) e outros livros. É parar pra ver o que ela fez e faz, que dá pra exclamar "eita que mulherão da p*rra!", como muita gente gosta de dizer. 

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Meu limão, meu limoeiro

Meu limão, meu limoeiro

A gente cresce e vive com limão por tudo quanto é canto: limão no peixe, no abacate, na limonada, na deliciosa torta de limão, nos drinks, nas carnes, no frango. Tem gente que usa limão pra limpar vidro, pra lustrar cobre e pra limpar acessórios de cozinha. 

No supermercado a gente acaba encontrando o limão tahiti (aquele verdinho, da caipirinha) e o limão siciliano. Mas existem outros tipos de limão.

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Meta Super Bacana

Meta Super Bacana

Eu li que em algum lugar que três em cada quatro pessoas acreditam que 2018 será um ano melhor que 2017. Essa pesquisa foi feita pela pelo Instituto Ipsos e mostrou que as pessoas estão mais confiantes.

Independente se você está ou não nessa estatística, provavelmente se prometeu algo para 2018: praticar atividades físicas, emagrecer, cozinhar mais, mexer menos no celular... e por aí vai. Eu acho super interessante como uma contagem no calendário pode mexer tanto com nossas expectativas. O tempo realmente é um dos deuses mais lindos, já dizia Caetano Veloso.

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Mindful eating e o chocolate da Laila

Mindful eating e o chocolate da Laila

Não é falta de controle, sem vergonhice ou falta de vergonha na cara. São anos aprendendo a comer rapidamente, por pressa, vergonha ou medo. Comer lentamente e aproveitar cada pedaço é um aprendizado.O conceito de Mindful Eating é novo para mim. Mas a idéia de aproveitar a comida, com calma, é antiga. 

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indo para 2018

Em 2017 eu cozinhei, mudei de consultório, montei móveis, prometi andar de bike mas a deixei encostada por 7 meses num muro. Vi as campeãs da Escola de Samba no Rio. Subi a Vista Chinesa pela segunda vez. Vi John Mayer pela segunda vez. Corri, parei, voltei a correr e fiz minha segunda meia maratona. Me apaixonei mais ainda pelo meu namorido. Fiz iogurte, granola e piquei muitos legumes e frutas. Tentei engatar no youtube, mas não rolou. Comi pastel de feira, contei passos, dei unfollow em pessoas nas redes sociais e no dia a dia. Não encontrei com meus amigos como gostaria. Vi a Juju deixar de ser uma filhotinha pra virar a cachorra adulta mais linda do mundo. Tentei plantar uma horta com uma sementeira: não vingou.

Comprei mudas já nascidas e cozinhei com todas. Vi a Daiana Garbin lançar um site e um livro. Treinei cozinheiras. Viajei para Paris e para a Itália. Conheci um dos restaurantes do Mássimo Bottura, bebi deliciosos vinhos e comi uma lagosta imensa sozinha. Bebi chopp e comi panini sentada numa calçada em firenze. Nadei em Santa Marinella. Vi uma audiência Papal. Entrei em dezenas de igreja e renovei, de alguma maneira, a minha fé. Vi a Última Ceia. De cara não gostei de Milão, saí apaixonada. Enchi a mala de azeite, queijo parmesão e trufa. Tive um vôo pavoroso pro Brasil.

Indo pra 2018 e pensando: Obrigada 2017, você foi demais!

Indo pra 2018 e pensando: Obrigada 2017, você foi demais!

Chorei e fiquei ansiosa porque decidi mudar de novo de consultório. Fiquei sem dormir direito, tive dor de estômago e dor de barriga. Fiz nhoque pra relaxar. Admirei pessoas admiráveis e detestáveis. Vi meu time ser campeão. Mudei o blog sozinha. Fiz uma live sobre dor de cabeça, um curso com a Ana Holanda e participei de uma mesa no Simpósio de Nutrição Comportamental. Vi meus seguidores aumentando e quis acreditar mais em mim. Dei adeus (de longe) a minha avó, visitei meus pais, casei minha prima-irmã-melhor amiga. Fui a Nova York e comi em um dos Momofuku. Vi as abóboras do reveillon, o Brooklin e o outono da Big Apple. Fui embora querendo voltar. Recebi críticas duras e elogios doces.

Fiz coaching. Pensei se saía da corrida, e saí. Pensei em fazer pilates. Pensei em fazer bike. Até que pensei em não fazer nada, e não fiz. Recebi meu melhor amigo em casa 2 vezes. Peguei chuva, queimei os dedos cozinhando. Quis escrever mais e não consegui. Pensei se não deveria pensar em outra profissão. Terminei o ano bem animada com o consultório e decidida a ser menos dura comigo. Casei. Fiz uma aula de Yoga e adorei. Decidi continuar. Vi a chuva cair no litoral nos últimos dias de dezembro. Vi o sol aparecer no último dia de 2017. Cheguei animada para 2018.