Postagens em Põe No Copo
Raspando o prato!

Fartura e excesso de comida são comuns na mesa Brasileira. A máxima “melhor sobrar do que faltar” rege nossa vida culinária e alimentar. Mas isso gera um consumo exagerado e um hábito difícil de largar: deixar comida no prato e parar de comer quando estamos satisfeitos e saciados.

A sensação de desperdício, a culpa da frase “tanta gente morrendo de fome, e você deixando comida no prato” e aquela ordem proferida por 9 de 10 mães brasileiras “tem que comer até raspar o prato” tornam a opção de comer além da nossa saciedade numa obrigação.

E geralmente é nesse excesso que moram o problema e a solução. O problema: depois de anos raspando o prato, comemos até nossa barriga ficar cheia, com aquela sensação de que no nosso estômago não cabe nem mais uma azeitona. E confundimos isso com ‘estar saciado’. Ou seja: pensamos que só com a barriga lotada é que nossa fome vai embora. Raspando o prato, vamos ganhando peso e comendo além do suficiente.

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PÕE NO COPO: Grão de Bico

Grão de bico é uma das minhas leguminosas preferidas. Eu não tinha o hábito de comer grão de bico até me mudar para São Paulo, mas hoje em dia é super presente na minha alimentação. Acho versátil e gostoso, além de me saciar muito!

Grão de bico na salada, na sopa, nhoque de grão de bico, no homus e no falafel. Ah, e também a versão assada, pra acompanhar a cervejinha. Gosto de todas as formas. Essa leguminosa é muito presente na culinária árabe e indiana - talvez pelo cultivo presente na Índia e no Mediterrâneo.

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PÕE NO COPO: Macarrão ninho (e uma dose extra de espaguete)

Macarrão é uma delícia. Eu comecei a série com o penne, passei pelo ave maria e não ia deixar outras versões de lado: as minhas preferidas. Macarrão ninho e espaguete não saem nunca do meu armário. Como uma amante de macarrão alho e óleo ou apenas com um bom molho de tomate temperado, eles são indispensáveis.

Ninho e espaguete são fáceis de medir.

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PÕE NO COPO: Macarrão Ave Maria

Já falei aqui que amo sopas. No inverno ou no verão, sopas são sempre bem vindas. Quando me mudei pra São Paulo, aprendi a tomar sopa de feijão, que hoje em dia é uma das minhas preferidas. E como perdi o medo da panela de pressão e aprendi a fazer um feijãozinho fresco gostoso que só ele, a sopa de feijão é uma constante aqui em casa - fácil, rápida e muito reconfortante.

A minha sopa de feijão leva feijão (claro) e macarrão Ave Maria, que é outro ingrediente que sempre tem aqui em casa. Acho uma simpatia esse macarrão tão pequeno, e ele completa qualquer sopa - não só a de feijão.

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PÕE NO COPO: QUINOA

Na primeira vez que provei quinoa, não gostei. Na segunda, não cozinhei direito, comi uma quantidade maior e tomei umas biritas… passei mal. Não foi legal. Na terceira vez comi e gostei: na casa da minha amiga Bel, ela preparou uma salada de rúcula, quinoa e coalhada seca que tava uma delícia.

Agora como quinoa. Aprendi a prepará-la. Eu não sou a maior fã, mas também não nego. Acho que fica uma delicia na salada. Fiquei muito tempo sem comer, até que ganhei uma direto da fonte: veio da Bolívia para meus braços. A Gabi, uma paciente muito querida, me trouxe. E eu retomei o meu hábito de comer quinoa, principalmente nos dias de almoços leves e breves.

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PÕE NO COPO: FEIJÃO

Fiquei muito tempo sem comer feijão com frequência. Quando me mudei pra São Paulo eu não tinha panela de pressão - então não fazia feijão. E quando morava com a minha mãe, gostava só do feijão fresquinho, do dia. Aí me esbaldava. As vezes até colocava num copo e batia um pouco pra tomar antes do almoço.

Agora eu já faço feijão, e até como mais do que o habitual. Acho arroz e feijão algo simples e prático pra quem almoça todos os dias em casa, e não curto muito o feijão que se come em São Paulo nos restaurantes. Lá na casa dos meus pais a gente comia o feijão roxinho, super gostoso. Aqui é o carioca, que acho bem sem graça.

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PÕE NO COPO: RISOTTO

Risotto foi o primeiro prato que preparei para outras pessoas experimentarem, quando ainda estudava no Senac. A experiência não foi muito boa: o risotto não cozinhou! Mas insisti e aprendi a preparar esse prato tão democrático e fácil.

Um dos meus carros chefes também é o risotto: de bacalhau com linguiça, ele sempre faz sucesso. Além de ficar coloridíssimo, é cheio de sabor.

Para a versão Risotto do #PõeNoCopo, usei o arroz arborio. Mas outros tipos de arroz também podem ser usados: o carnaroli ou o vialone nano. Eu sempre uso o arborio pois é o mais fácil de ser encontrado, mas se você for usar outro, a medida é a mesma!

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PÕE NO COPO: CUSCUZ MARROQUINO

Cuscuz marroquino é o must have dos armários de quem gosta de comida prática. Fácil de cozinhar e versátil, ele é gostoso, alimenta e agrada vários tipos de paladar. Feito de sêmola de trigo duro, o cuscuz marroquino é diferente daquele cuscuz paulista. São pequenos grãos de sêmola que, quando hidratados, aumentam de tamanho e formam pratos lindos.

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PÕE NO COPO: ARROZ

O arroz vive na mesa do brasileiro há muito tempo. No livro “a culinária caipira da Paulistânia", Carlos Alberto Dória informa que o arroz chegou primeiro a Bahia, em 1530, e depois a São Vicente, por volta de 1550 - provavelmente introduzido no Brasil, como cultivo, via Cabo Verde.

Independente de como ele veio parar aqui, o fato é que o arroz não falta na mesa do brasileiro. Até um tempo atrás comia-se só arroz branco, até que o integral foi tomando conta da nossa mesa, e hoje encontramos vários tipos em supermercados comuns.

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Põe no Copo: Macarrão (Penne)

Na primeira série de posts do #PõeNoCopo eu decidi começar pelo Macarrão, pelo simples fato de ser um alimento prático, fácil e que agrada todo mundo, mas que também carrega a culpa e quem acha que é um vilão.

Antes de começar a falar da quantidade do macarrão e dar uma receita que agrada muita gente - e serve de solução pra quem quer levar comida para o trabalho - acho legal dar algumas dicas pra hora de cozinhar o macarrão.

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