Receita: Batata Rústica

Receita: Batata Rústica

Quando fui morar sozinha eu não tinha um forno a gás. Tinha um forninho elétrico pequeno, que inicialmente era usado só para esquentar alguma coisa congelada ou resfriada. Mas com o tempo aprendi a lidar com ele e fiz maravilhas naqueles poucos metros cúbicos. 

Uma das receitas que eu mais fazia era a batata rústica. Curtia fazer a versão tradicional, inglesa, mas também fazia com batata doce.

Read More

Arroz de Couve Flor

Arroz de Couve Flor

Acho que a maioria lembra daquele conselho da Bela Gil, de substituir quase tudo por linhaça. Isso na época deu o que falar e rendeu muitos memes engraçadíssimos a respeito disso. 

Passado o tempo da Bela Gil, surgiu o arroz de Couve Flor. Não sei quem começou com essa moda, mas essa substituição acabou de desestruturar o bom senso, já abalado pelo brigadeiro de whey e pela coxinha de jaca.

Read More

Conexão Corporal: como está a sua?

Conexão Corporal: como está a sua?

"Como funciona seu intestino?", eu pergunto. "Ah, acho que é bom sim", a paciente responde. "Porque você acha que ele funciona bem?", eu novamente questiono. "Ah, nunca parei pra reparar. Então acho que é bom!", recebo a resposta. 

Isso não me aconteceu uma só vez, mas acontecem várias vezes! Quando pergunto sobre o intestino, sobre o ciclo menstrual, sobre o consumo de água... muitas respostas são evasivas e cheias de dúvida. 

Read More

Receita: Canjica

Receita: Canjica

Quando eu era criança gostava bastante de canjica. Não me lembro se era Maria José, Marrie, Marieta ou minha madrinha. Só lembro que minha mãe não fazia em casa porque 'canjica boa é da fulana de tal'. E lá íamos comer a canjica dela. 

Muito tempo se passou e eu me mudei pra São Paulo: tive que aprender a fazer minha própria canjica. Já fiz a versão com leite condensado, com aveia, com canjica pronta... e agora que descolei (e perdi o medo) da panela de pressão, preparei uma canjica do meu jeito, intuitivamente e que deu super certo

Read More

Tá pago! (no crédito)

Tá pago! (no crédito)

"Festinha hoje a noite, vou tomar uns drinks, comer umas coisas diferentes... bora malhar pra acumular uns créditos, né?". "Treininho de hoje tá Pago". 

Parece que falar esse mecanismo é quase obrigatório de quem quer se manter sarado ou se mostrar preocupado com a 'saúde'. A idéia de que se você malhar bastante vai acumular créditos para poder comer depois ou subir correndo na esteira para poder 'pagar a dívida' de ontem é muito disseminada, mas uma inverdade. Nosso corpo não é um banco: não existe essa de crédito, débito, dívida, cheque especial ou empréstimo. 

Essa compensação não é apenas errada no ponto de vista biológico, como prejudicial no ponto de vista psicológico.

Read More