Desafio

Desafio

Quando decidi escrever sobre esse tema, joguei no google “Desafio sem doce", e lá estavam vários links para reportagens diversas sobre o tema. A primeira delas me chamou a atenção; a autora escreveu: “O que aconteceu quando topei o desafio de ficar uma semana sem ingerir açúcar”. Fui lá ver o que havia acontecido com ela e tudo o que eu li foi o suficiente para me inspirar nesse texto.

Eu não sei de onde surgiu a idéia de fazer um ‘desafio’ de ficar sem comer algo. 30 dias sem açúcar, 30 dias sem carne, 30 dias sem refrigerante. Mas isso me remete a idéia da quaresma, período litúrgico de 40 dias que antecede a Páscoa cristã, onde, atualmente, os devotos fazem o sacrifício através da carne, excluindo esta da alimentação diária. Judeus também fazem jejum no dia do Yom Kipur e os muçulmanos do Ramadã. O jejum, independente da crença, marca um período de reflexão, e termina com uma bela refeição.

Além da reflexão, pessoas de várias crenças acreditam que cumprir essas privações fazem parte do perdão, o alívio da eternidade do divino. Cumprir um jejum dá a sensação de estar mais pertinho da garantia do paraíso, de ser uma pessoa mais iluminada e capaz.

Claro que ficar 30 dias sem açúcar, sem carne, sem álcool ou seja lá o que for, na intenção de perda de peso, não nos coloca mais próximo do divino. Mas, em tese, nos deixa longe da tentação. E tentação, tem relação com o pecado - nesse caso, da gula. Esse processo já põe o desafio em xeque: alimentos se tornam anjos e demônios, reforçando a dicotomia da mentalidade de dieta.

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PÕE NO COPO: RISOTTO

PÕE NO COPO: RISOTTO

Risotto foi o primeiro prato que preparei para outras pessoas experimentarem, quando ainda estudava no Senac. A experiência não foi muito boa: o risotto não cozinhou! Mas insisti e aprendi a preparar esse prato tão democrático e fácil.

Um dos meus carros chefes também é o risotto: de bacalhau com linguiça, ele sempre faz sucesso. Além de ficar coloridíssimo, é cheio de sabor.

Para a versão Risotto do #PõeNoCopo, usei o arroz arborio. Mas outros tipos de arroz também podem ser usados: o carnaroli ou o vialone nano. Eu sempre uso o arborio pois é o mais fácil de ser encontrado, mas se você for usar outro, a medida é a mesma!

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A roupa da alma

A roupa da alma

Eu passei minha infância e pedaço da adolescência visitando a cidade da minha avó nos feriados, alguns finais de semana e muitas férias. Ibertioga é uma cidade de 5 mil habitantes no interior de Minas, onde meu pai cresceu.

Desde aquela época a vizinhança da minha avó se manteve basicamente a mesma. Numa das casas, mora a Elaine. A Elaine é uma moça super simpática que me conhece desde pequena. Há pouco tempo ficamos amigas no facebook, e desde então virei verdadeira fã das suas frases e reflexões por lá.

Dia desses ela postou essa frase linda, numa reflexão que fez no meio de um jardim de cactos. Aquilo mexeu comigo de uma certa forma, porque frases de efeito, na maioria das vezes, me dão preguiça. Mas essa fez sentido - e me fez pensar.

Na terra da internet, as it-girls viraram blogueiras, que viraram instagramers e agora são influenciadoras. Mas na verdade, a influência delas sempre foi grande sob a maioria, mesmo antes de receberem o adjetivo adequado.

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Eu tenho umas compulsões alimentares

Eu tenho umas compulsões alimentares

Tem muita gente que chega nos consultórios de nutricionistas com essa fala: “eu tenho umas compulsões alimentares". Talvez você já tenha pensado que come compulsivamente, ou que é compulsiva e até que isso é falta de força de vontade, que você precisa é tomar vergonha na cara e parar de comer tanto.

Pra te tranquilizar ou te indicar o caminho para o tratamento, é importante que você saiba o que é compulsão alimentar. E para que as pessoas sejam menos julgadoras e quebrem essa idéia de que pra comer menos ou bem a gente precisa só ‘querer', também é interessante entender a compulsão alimentar.

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PÕE NO COPO: CUSCUZ MARROQUINO

PÕE NO COPO: CUSCUZ MARROQUINO

Cuscuz marroquino é o must have dos armários de quem gosta de comida prática. Fácil de cozinhar e versátil, ele é gostoso, alimenta e agrada vários tipos de paladar. Feito de sêmola de trigo duro, o cuscuz marroquino é diferente daquele cuscuz paulista. São pequenos grãos de sêmola que, quando hidratados, aumentam de tamanho e formam pratos lindos.

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